Acreditamos na importância de identificar, dar visibilidade e impulsionar a escala de iniciativas com alto potencial de adaptação, crescimento e impacto positivo, alinhadas aos pilares da transição para a economia de baixo carbono: economia circular, conservação de florestas, mercado de carbono e transição energética.
A conservação florestal é mais que uma causa ambiental — é um ativo estratégico para empresas que desejam crescer de forma sustentável. Ao integrar fornecedores que preservam e restauram ecossistemas, as cadeias de suprimentos ganham resiliência, rastreabilidade e valor agregado. Esses parceiros contribuem para a mitigação das mudanças climáticas, geram créditos de carbono, fortalecem comunidades locais e garantem o acesso a mercados cada vez mais exigentes em critérios ESG. Conectar negócios à conservação é alinhar propósito, inovação e competitividade em um único movimento.
Conectar empresas que atuam nos building blocks da Economia Circular — design sustentável, modelos de negócio circulares, logística reversa e recuperação de materiais — fortalece cadeias de fornecimento mais resilientes, eficientes e alinhadas às metas ESG. Ao integrar esses atores, compradores reduzem custos, mitigam riscos de escassez, aceleram a descarbonização e geram impacto positivo mensurável. Essa integração não é apenas uma escolha sustentável: é uma estratégia de competitividade e inovação para o futuro dos negócios.
O mercado de carbono é uma das principais alavancas para a transição a uma economia de baixo carbono. Ao integrar fornecedores e compradores a projetos de alta integridade — que evitam, reduzem ou removem emissões —, criamos cadeias produtivas mais resilientes, competitivas e alinhadas a padrões ESG globais. Essas parcerias canalizam recursos para conservação ambiental, inovação tecnológica e fortalecimento socioeconômico de comunidades, transformando compromissos climáticos em resultados mensuráveis e oportunidades de crescimento sustentável.
A transição energética é o motor da nova economia, conectando competitividade empresarial a responsabilidade climática. Ao integrar fornecedores que produzem e utilizam energia limpa, eletrificam operações e adotam soluções de eficiência, fortalecemos cadeias produtivas mais resilientes, inovadoras e alinhadas às exigências ESG globais. Essa integração reduz custos, aumenta a previsibilidade e abre portas para mercados que valorizam impacto positivo e baixo carbono.